Os antigos gregos acreditavam que todas as coisas na Terra não eram produto do Caos,

e a ordem estabelecida estava ligada aos seus descendentes — os deuses. Os deuses eram divididos de acordo com seu grau de proximidade com o Caos, e a mitologia distinguia entre as primeiras potencialidades divinas, os Titãs, os deuses da segunda geração e os Olímpicos, que, em última instância, dividiram a esfera de influência e governaram os fenômenos, a ordem mundial e as relações humanas. A esfera de influência dos Olímpicos e de outros deuses da Grécia Antiga pode ser estudada através dos mitos, descritos e estruturados em detalhes pelos gregos. 

Os antigos gregos não acreditavam que todas as coisas na Terra eram produto do Caos [1]. Embora o Caos seja um elemento fundamental na mitologia grega, a crença geral era que ele foi o estado primordial de existência, a partir do qual as divindades primordiais e, subsequentemente, o resto do cosmos, emergiram [1, 2]. 
De acordo com a Teogonia de Hesíodo, um dos textos fundamentais sobre a criação grega, o Caos foi a primeira coisa a existir. A partir do Caos, ou em conjunto com ele, surgiram outras entidades primordiais, como: 
  • Gaia (a Terra) [1]
  • Tártaro (o submundo) [1]
  • Eros (Amor e desejo, que impulsionou a criação) [1]
  • Érebo (Escuridão) [1]
  • Nix (Noite) [1] 
Gaia, a Terra, e os deuses que vieram depois dela foram os responsáveis por gerar as coisas que existem no mundo físico. O Caos era mais a origem do espaço ou vazio do qual tudo se formou, e não o "produto" direto de todas as coisas [1, 2]

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